Parece capa de disco dos anos 80, mas é um registro autêntico do Salar de Uyuni, na Bolívia. É o maior lago salgado do mundo, e por vezes uma fina e calma camada de água convida o turista a caminhar sobre ela.
Parece capa de disco dos anos 80, mas é um registro autêntico do Salar de Uyuni, na Bolívia. É o maior lago salgado do mundo, e por vezes uma fina e calma camada de água convida o turista a caminhar sobre ela.
Futebol
Aos olhos de Pelé, Ronaldo tem dia de Rei na Vila Belmiro e Timão fica perto da taça
Corinthians faz 3 a 1 no Santos, com dois gols de Ronaldo, e só perderá o título se for goleado no Pacaembu no domingo.
SANTOS 1 x 3 CORINTHIANS
Fábio Costa, Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Triguinho; Pará (Maikon Leite), Germano e Paulo Henrique (Róbson); Neymar, Kléber Pereira (Roni) e Madson.
Técnico: Mano Menezes
Cartões amarelos: Pará (3º), Fabão (3º) e Germano (Santos); André Santos, Elias, Cristian, Morais e Chicão (3º) (Corinthians).
Público: 17.259 pagantes .
Estádio: Vila Belmiro, Santos.
Zagueiro Emerson, do Alvinegro, volta a ser protagonista do clássico, participando de segundo gol do Rubro-Negro.Numa partida aberta e com muitas alternativas, Botafogo e Flamengo empataram por 2 a 2 neste domingo, na primeira partida da final do Campeonato Carioca. O Alvinegro saiu atrás do placar, virou, mas o Rubro-Negro igualou o resultado no fim, depois que o zagueiro Emerson desviou a bola no gol de empate do time comandado por Cuca.
Ficha técnica:
BOTAFOGO 2 x 2 FLAMENGO
Renan, Leandro Guerreiro, Juninho e Emerson; Alessandro, Fahel, Léo Silva, Maicosuel (Reinaldo) e Eduardo (Gabriel); Reinaldo (Jean Carioca) e Victor Simões.
Técnico: Ney Franco.
Bruno, Welinton (Erick Flores), Fábio Luciano e Ronaldo Angelim; Léo Moura (Everton Silva), Willians, Kleberson, Ibson e Juan; Zé Roberto (Josiel) e Emerson.
Técnico: Cuca.
Gols: Juan, aos 20, Juninho, aos 37, Reinaldo, aos 43 minutos do primeiro tempo; Willians, aos 39 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Juninho, Alessandro, Eduardo (Botafogo); Fábio Luciano, Emerson, Juan, Erick Flores (Flamengo).
Público: 58.711 pagantes (63.061 presentes). Renda: R$ 1.462.853,00.
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).
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Humor
Site de Rubinho e Hackeado após Gp de Bahrein
Página inicial é substituída por charge que ironiza o piloto brasileiro
Após o GP do Bahrein, onde chegou na quinta posição, o site de Rubens Barrichello foi invadido por hackers, que retiraram sua página inicial do ar. Em seu lugar, eles colocaram uma charge pejorativa, que retrata o piloto como uma tartaruga, relembrando seus tempos de Ferrari.
O brasileiro não vive uma boa fase na temporada. Correndo pela Brawn GP, a sensação nas quatro primeiras provas do ano, ele foi sistematicamente superado por Jenson Button, seu companheiro de equipe. O inglês, com três vitórias, é o líder do campeonato. Barrichello está 12 pontos atrás, sem nenhum triunfo em 2009.
Alguns torcedores estão insatisfeitos com o desempenho do brasileiro, o que pode ter causado o lamentável ato de vandalismo digital. A versão original do site oficial de Rubens Barrichello - http://www.barrichello.com.br/ - já foi restaurada.
Publicado por GUstavo
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Piratas atacam navio:

Nenhum dos passageiros a bordo ficou ferido e o estado de saúde de todos é bom. Ainda segundo a imprensa, a equipe de segurança do cruzeiro respondeu ao fogo dos piratas
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Games
Entre os adoradores de heavy metal, o Metallica tem status de mito. O grupo surgiu no começo da década de 80, e assombrou os fãs com canções rápidas, pesadas e furiosas, gênero que viria a ser denominado thrash metal devido a sua agressividade, uma verdadeira "porrada na orelha". No entanto, ao longo dos quase 30 anos de carreira, já protagonizou várias polêmicas.
O Metallica do começo de carreira era orgulhoso de ser "underground", avesso a mídia e a tudo que cheirasse comercial. A banda capturou o espírito dos fãs com álbuns lendários, caso de "Master of Puppets", de 1986, tido como um dos mais influentes discos de heavy metal de todos os tempos. O ponto de virada para alcançar o público "mainstream" se deu a partir "... And Justice for All" - foi quando o grupo gravou seu primeiro videoclipe - e foi sedimentado com o "álbum preto", que chegou a primeiro lugar da Billboard. Como era de se esperar, não faltou fãs acusando-os de se "vender ao sistema".
É esse grupo, com tudo que ele representa, que estrela "Guitar Hero Metallica". Esse é o resultado da evolução de uma banda que aprendeu a lidar com as possibilidades da tecnologia. Antes, eles lançaram "Death Magnetic", seu mais recente álbum, simultaneamente em CD e em faixas para "Guitar Hero World Tour", fato inédito para um jogo musical. Até então, o Metallica era uma pária da internet, por ter processado o Napster, a mãe de todos os sistemas de compartilhamento de arquivos.
Todo peso do metal
Em resumo, "Guitar Hero: Metallica" é um "Guitar Hero: World Tour" "customizado", que em todos os aspectos remetem ao grupo, dos menus aos extras, passando, obviamente, pela trilha sonora. Está aqui a mesma mecânica de jogo, de seguir guias de ritmo que aparecem na tela usando controles que imitam instrumentos musicais. O game aceita até quatro jogadores, cada um no comando de uma parte: guitarra, baixo, bateria e voz.
O título não economiza em "fan service". Por todas as partes que se olhe, há desenhos e cenários que fazem parte da história da banda. Existe um farto material de imagens e vídeos, mostrando cenas raras do quarteto, como o histórico show na Rússia, ou sua volta a uma dessas casas de show modestas do início da carreira. No entanto, o ponto alto fica para os Metallifacts, em que mostra curiosidades - algumas realmente interessantes - sobre cada canção da banda.
Em última instância, o que define a qualidade de um jogo desse tipo é o repertório e o quão divertido é tocar as canções. O primeiro quesito é algo estritamente pessoal, mas se você é fã do grupo, principalmente da época dos cinco primeiros discos, as chances são de amar grande parte das 28 canções do Metallica aqui presentes. Estão na trilha sonora algumas das mais consagradas faixas da banda, casos de "Whiplash", "Fade to Black", "Master of Puppets", "Welcome Home (Sanitarium)" e "Enter Sandman". É possível também adicionar faixas de "Death Magnetic", através de download (só nas versões para Xbox 360 e PlayStation 3) - no entanto, essas são as únicas canções que podem ser baixadas nessa edição do game.
"Guitar Hero: Metallica" também passa com louvor no teste da diversão. Tanto as canções do quarteto como as das bandas convidadas são consistentes e prazerosas de tocar. O ponto alto é a variedade rítmica: há trechos intrincados, mudanças bruscas de ritmo e partes de pura marretada sonora. A plenitude acontece na dificuldade Expert +, exclusivo para a bateria, que, usando dois pedais, simplesmente todas as notas de bumbo precisam ser tocadas. E, em se tratando de Metallica, isso beira o insano.
Fritando as cordas
Em geral, o game mais desafiador que um "World Tour", por exemplo. Aqui, não há nenhuma canção ridiculamente simples, mas não é um salto tão grande que impeça jogadores inexperientes de apreciar o título. Primeiro, existem níveis de dificuldade realmente baixos - como o "beginner" - e, depois, o sistema de progressão na carreira é bem generoso, sendo possível chegar ao final tocando menos da metade do repertório. Ou seja, evita-se aquela situação em que uma ou duas músicas difíceis impeçam avançar no jogo. O título traz praticamente todas as funcionalidades de "Guitar Hero: World Tour", como o multiplayer online e o estúdio de criação (com novos timbres de instrumento).
"Guitar Hero: Metallica" também compartilha com "World Tour" os mesmos pontos fracos. O primeiro é um modo de carreira que beira o tosco de tão simples. E, depois, não dá para entender por que as canções disponíveis para "World Tour" não podem ser usadas no game. Ou por que as canções contidas em um game não podem ser transferidas para o outro. Nesse ponto, o rival "Rock Band" dá show.
A produção é caprichada. O time da Neversoft conseguiu achar um estilo interessante para reproduzir os avatares de James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammet e Robert Trujillo, além de integrantes de outras bandas, como o Motörhead. O tom de caricatura não destoa com outros personagens clássicos da série, como Axel Steel e Casey Lynch. O jogador também pode montar seu próprio rock star.
As animações também estão muito mais naturais, graças às sessões de captura de movimentos, em que os próprios músicos atuaram para dar essa expressão corporal aos avatares (um dos vídeos mostra essa parte do processo). Os palcos são um show a parte: em um deles é reproduzida a capa de "Master of Puppets", com duas grandes mãos sobre um cemitério. Sonoramente, as gravações estão perfeitas, cristalinas e poderosas. Como se sabe, as mixagens de "Death Magnetic" em "Guitar Hero" se confirmaram melhores que as do próprio disco da banda.
CONSIDERAÇÕES
Tecnicamente excelente, "Guitar Hero: Metallica" é um título para deixar eufórico qualquer fã do grupo que goste de videogame. A seleção musical traz algumas das melhores faixas da história do quarteto, com ênfase aos cinco primeiros discos. A escolha das canções das bandas convidadas também é coesa. Já para quem gosta simplesmente de jogos musicais, recomenda-se investir em títulos como "Guitar Hero: World Tour", que traz mais músicas pelo mesmo preço.
Publicado por Gustavo.
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O Guitar Hero já se tornou um fenômeno cultural e o Rock Band estendeu ainda mais o alcance do gênero. No entanto, nenhum dos games é capaz de ensinar alguém a tocar guitarra. O Guitar Hero talvez auxilie o jogador a desenvolver seu senso de ritmo, a criar apreço pelo rock’n’roll ou até mesmo a conhecer mais a fundo a história do instrumento em si.
Entretanto, seus programadores não estão interessados em dar uma mão pra molecada que eventualmente queira desenvolver as habilidades adquiridas com o game. Por sorte, outras companhias têm tentado capitalizar em cima da popularidade do Guitar Hero, introduzindo novas ferramentas tecnológicas que de fato ensinam como se toca o instrumento. Sendo assim, quando o garoto finalmente conseguir tocar no modo Expert a íntegra de “Through The Fire And Flames”, do DragonForce, já tem pra onde olhar em termos de novos desafios.
I Can Play Guitar!
A Mattel foi uma das primeiras a adentrar a área da interatividade musical com o lançamento do I Can Play Piano!, em dezembro de 2006. Direcionado a crianças entre 4 e 8 anos de idade, o game era basicamente um piano que se podia conectar a um televisor. O usuário, então, seguia um sistema baseado em padrões de cores para aprender a tocar coisas básicas no instrumento. O produto seguinte da Mattel nesta área foi o I Can Play Guitar!, lançado em 2007. Ele segue uma idéia similar: um sistema baseado em padrões de cores ajuda o “guitarrista” a encontrar as notas certas na escala (acionada por botões), além de ensinar a ele acordes, ritmos, dedilhados e noções de tempo.
Nenhum desses games é perfeito – e ambos são voltados exclusivamente a crianças muito pequenas e que estejam apenas começando a se interessar pelos instrumentos –, mas eles representam a vantagem, frente ao Guitar Hero, de relacionar aprendizado com diversão. Foi uma outra companhia, entretanto, que conseguiu integrar instrumentos de verdade a essa fórmula elogiável.
Publcado por Gustavo.
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