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Diplomata americano chama CLDF de refúgio de canalhas:

Posted by Monk on 12:40
Ex-embaixador avaliava cassação de deputado acusado de assassinato.




O Wikileaks divulgou na terça-feira (28) em sua página da internet uma correspondência diplomática de 10 de agosto de 2004 na qual o ex-embaixador americano John Danilovich descreve a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) como um “refúgio de canalhas”. O texto faz parte de um conjunto de relatórios sigilosos da diplomacia americana referentes ao período entre 2006 e 2010 que foram vazados pelo site a partir de dezembro. Com o título “Um trapaceiro a menos na galeria; político acusado de homicídio é expulso do legislativo de Brasília”, o relato tem como tema principal a cassação do deputado distrital Carlos Xavier, ocorrida em 5 de agosto de 2004. O deputado foi acusado de ser o mandante do assassinato de um adolescente identificado como o suposto amante de sua mulher. Na mensagem com oito tópicos, Danilovich diz que o precedente aberto pela cassação de Carlos Xavier, a primeira da CLDF, deve ter causado preocupação em outros parlamentares da Casa formada por 24 membros. Isso porque, para ele, a CLDFainda abriga meia dúzia de deputados suspeitos de vários crimes”. Na lista de suspeitos, o ex-embaixador indica o nome de nove políticos. O então representante dos Estados Unidos no Brasil critica ainda a qualidade do trabalho da Câmara Legislativa ao citar projetos como o que criava uma lagoa para que os desempregados pudessem pescar suas refeições. Também chamou atenção do ex-embaixador a proposta que criava banheiros públicos exclusivos para gays. No texto, Danilovich diz duvidar que a saída de Xavier seja o início de uma “limpeza” na Câmara Legislativa, visto que a cassação foi aprovada pelo quórum mínimo – 13 parlamentares – e que os eleitores de Brasília “têm memória extremamente curta”, quando o assunto é corrupção. O diplomata finaliza a mensagem com o comentário: “Não está claro se o caso (do deputado cassado) é um golpe contundente contra a impunidade dos políticos brasileiros, um pequeno passo na direção certa, ou apenas serve para desenhar uma linha vermelha trêmula: a de que assassinos, pelo menos, não serão tolerados na legislatura em Brasília".





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Raul Seixas: rock na veia

Posted by Monk on 22:47
Raul Seixas se estivesse vivo faria 66 anos






Raul Seixas completaria 66 anos se estivesse vivo. Suas músicas e atitudes deixaram uma legião de fãs e não há show de rock em que não se ouça o bordão 'Toca Raul'. Nascido em Salvador, gravou o primeiro disco com a banda 'Raulzito e os Panteras' em 1968. Apesar da paixão pela música Raul nutria também o sonho de ser escritor influenciado pelo conterraneo Jorge Amado. Parceiro de nomes como Paulo Coelho e Marcelo Nova, Raul morreu em 1989 em decorrência do alcoolismo e diabetes .


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Mulher ataca policiais: de porre

Posted by Monk on 20:53
Professora em Ohio ataca polícia com leite materno





Uma mulher de Ohio, nos Estados Unidos, está sendo acusada de atacar um grupo de policiais usando o próprio leite materno. A professora Stephanie Robinette, de 30 anos, é a mulher armada em questão. Ela foi detida no último sábado (25), depois de "encher a lata" em um casamento, dar porrada no marido e sair dirigindo como uma louca pela cidade. De acordo com o site The Weekly Vice, Stephanie foi abordada pela polícia, mas se recusou a sair do carro. Ficou só xingando. O xerive local, Walter Davis, afirmou que a mulher começou a se comportar indevidamente assim que pediram para ela encostar o carro. Ela avisou que estava amamentando, tirou um dos peitos para fora e começou a espirrar leite nos policiais. Isso é um exemplo de como o álcool leva as pessoas a fazerem coisas que normalmente não fariam. Stephanie foi presa pela violência que cometeu, por resistência à prisão e por má conduta.


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Ben Johnson: ex-atleta fala sobre doping de 1988

Posted by Monk on 18:01
Ben Johnson conta sua versão do doping de 1988






O ex-velocista Ben Johnson afirmou ter sido sabotado pelo empresário de Carl Lewis, Andre Jackson, e que por este motivo foi pego no exame antidoping nos Jogos Olímpicos de Seul-1988. Segundo o canadense, todos os velocistas se drogavam, mas apenas ele foi pego. A história foi contada em uma biografia lançada recentemente nos Estados Unidos. No livro, Ben Johnson não nega o uso de substâncias ilícitas, mas se defende afirmando que a prática era comum entre os atletas de ponta. A estratégia na época era interromper o uso antes dos exames antidoping e foi estimulada por seu treinador Charles Francis. Dessa forma, Ben Johnson cravou 9s79 na final dos 100m rasos, mas perdeu a medalha de ouro após ser revelado o doping do atleta. Em entrevista exibida no Esporte Espetacular neste domingo, o canadense diz que estava na companhia de Jackson na sala do exame e que o empresário de Carl Lewis lhe ofereceu algumas cervejas para ajudar a urinar. Enquanto dava cervejas ao atleta, Jackson colocava na garrafa comprimidos com estanozolol, uma substância proibida que aumenta a força e potência dos músculos. “Eu achei que não era nada. Tomei umas quatro ou cinco garrafas em um período de cerca de sete horas”, afirmou Johnson ao programa. Este período de tempo é suficiente para que a substância seja detectada na urina. Carl Lewis, segundo colocado na prova, foi o maior beneficiado no escândalo, pois herdou a medalha de ouro do adversário canadense. O atleta norte-americano não quis comentar o caso, bem como seu empresário, que hoje trabalha na África. Ben Johnson diz que contou sua versão dos fatos aos dirigentes esportivos de seu país, mas eles se recusaram a acreditar em um atleta que confessava o doping.

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